Como antes

 


No íntimo da madrugada, os olhos despertam apavorados.

A sensação de aflição embriaga os sentidos.

O medo é congelante.

Desespero e maldição!

Nada aqui será como antes.

O ar é denso, um peso que nos faz ofegantes.

Abençoados? Talvez...

O silêncio não simboliza um vazio.

Não existe vazio.

Em cada segundo, somos observados.

 

 

 




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